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alôumanhê

Postando da agência e desenterrando o blog mas quanto a isso tudo bem, afinal já tinha deixado bem claro no primeiro post que eu, assim como a maioria da população de blog tem um certo problema quanto a periodicidade em postar.
São 19:38 de uma quarta feira, ainda estou na agência, e parando pra pensar nisso, meu estágio foi uma das coisas mais rápidas e fortes que aconteceram…em questão de dois dias..talvez três vai, eu vi a vaga, mandei cv, fiz teste e fui contratada….daquelas coisas que você se identifica de cara, que tem que ser e acabam sendo. Passado tudo isso, já são praticamente três meses que estou aqui, bizarro como passou rápido e como está sendo bacana…
Experiência que definitivamente veio me animar quanto a isso, não que meu primeiro estágio tenha sido ruim..pelo contrário, mas eram atmosferas diferentes.

Falando em diferente, essa sensação de medo de depender da criatividade todo dia é horrível, ou como o Murilo diria…tem dias que a noite é foda.

Maaas, isso já é pra outro post, outro dia, agora to indo pra casa =]

Eu não quero mais trabalhar como designer gráfico.

“Como foi que essa decisão se cristalizou na minha cabeça? O ponto de virada deve ter sido no dia em que recusei uma oferta de trabalho temporário. Já tinha feito vários desses, mas tive de dizer chega. É um momento importante na vida quando, pela primeira vez, a gente reflete melhor sobre uma oferta ruim e deixa de pegar o trabalho voluntariamente, contrariando o reflexo condicionado.

Na verdade, essa não foi minha primeira vez. Houve outras. A primeira foi quando deixei de colaborar numa capa de uma revista muito grande em 1998. Eu fazia vários trabalhos desse tipo para revistas de segmento, além das que eu mesmo editava. Mas para esse frila o briefing era um clichê estúpido a ponto de ser vergonhoso de se colocar no portfólio; o prazo era para o mesmo dia, sem espaço para correção ou refação; e o pagamento era um insulto. (E a julgar pelo nível de acabamento das mais recentes capas da mesma publicação, a situação não melhorou em 10 anos.)

Mas nesse tempo, ainda com a revolução digital em curso e os profissionais especialistas melhor cotados, aquele trabalho era considerado fora do normal. O incauto artista gráfico encarava uma bucha desse gênero “no sacrifício”, em uma situação excepcional, “para fazer nome” com um cliente grande, na esperança de “abrir portas”. Hoje, na prática o “fazer nome” não existe mais e ninguém lê crédito em revista ou peça. Porém, muitos profissionais ingênuos ainda creem nesse conto e topam trabalhar de graça ou por permuta, prejudicando a categoria inteira. É dessa forma que ninguém que eu conheça respeita as tabelas de preços sugeridos pelas entidades. O capitalismo mais primário governou a evolução dos fatos e a situação normal passou a ser o trabalho “bucha”. Profissionais que não respeitam a si mesmos, prazos desumanos, pagamento aviltante, condições técnicas insuficientes, conceitos plagiados ou requentados, nenhuma preocupação com a qualidade, nenhuma consideração pelo consumidor final. Esse é o quadro generalizado hoje, tanto em editorial quanto em propaganda.

Agências e editoras oferecem em listas de ofertas de emprego um salário de estagiário de 800 reais – apenas 10% do valor de carreira – para um cargo que eles têm a cara de pau de chamar de “diretor de arte”. E dão uma lista de qualificações e conhecimentos brutalmente exigente, demonstrando que sabem muito bem o que estão fazendo. Quem não sabe o que está fazendo é o profissional jovem e trouxa que aceita a oferta abusiva.

Um profissional que respeita a si mesmo e aos clientes não deve aceitar um trabalho sem padrão de qualidade, condições técnicas e remuneração adequada. Melhor ficar em casa estudando do que queimar o portfólio. Mas enquanto isso, um colega afoito topa a esmola de 200 reais por página para contribuir com a revista top do segmento, que cobra do anunciante 50 mil reais por anúncio. Não há como conviver a sério com isso.

Quando você vai conhecer uma empresa que fez convite de emprego, tornou-se habitual que não queiram vínculos reais com você, pois “o mercado é instável” e “o fluxo de trabalho pode cair”. Traduzindo do administrês, a empresa precisa de agilidade para mandar para a rua a qualquer instante os designers “excedentes”. Você paga na sua pele pela incompetência dos executivos deles. Registrar na carteira? Ou se recusam a isso, ou oferecem um salário declarado na carteira falso, complementado por um segundo salário “por fora” para enganar o Fisco. Ou simplesmente enrolam para sempre, sem mais explicações. Sem carteira, sem benefícios, sem estabilidade, sem carreira. Inviável.

Some-se a isso a verdadeira horda de pessoas sem talento atualmente formando-se em “design”, ou “micreiros” munidos de PCs com Corel pirata posando como criativos. Design, além de profissão da moda, ficou tecnicamente acessível a qualquer “micreiro”. Qualquer um pode se autopromover a “designer”, pois não há exame de proficiência nem regulamentação. (Apesar de eu não crer na regulamentação como solução mágica, talvez ela contribuísse para colocar ordem no puteiro. Convença-me do contrário com bons argumentos se não concordar.)

Resumindo tudo, o design gráfico, que era uma profissão de artesãos e artistas, virou um lugar-comum. Os medíocres venceram pela superioridade numérica e competição predatória. Os clientes montaram sm suas costas de uma tal maneira que ficou impossível desmontar. A profissão foi destruída, dissolveu-se, morreu.

Estou fora!

Escolhi dois ramos especialistas, fotografia e ilustração, e investirei totalmente nesses dois para fazer algo original. A tipografia entra como uma atividade paralela, quase um hobby. Ainda posso fazer um trabalho ou outro de criação visual, mas nem cogito voltar a fazer parte de equipes em agências “pastelaria” ou redações “moedor de carne”. Se eu pegar trabalho fixo no ramo de design, será de foco específico, sem deixar que a ocupação “oficial” roube o resto da minha vida e me cause arrependimento pelo tempo perdido, como aconteceu nos últimos empregos.

Isso se chama tomar o destino nas próprias mãos. Antes de ter essa clareza de propósito, me deixei acomodar e levar em algumas situações que daria para chamar de aventuras dispersivas. Que venham agora desafios melhores.”

A verdade, tuudo como bem é.nada mais.

Por Mario Amaya

Agora sim, ouvindo Ryan e tentando voltar ao normal sem carrapicho e músicas de bois tocando consigo escrever sobre a tão falada viagem.

10 dias longe [e bota longe nisso] de casa, se fosse escrever um diário falando de cada dia já no primeiro perderia um bom tempo descrevendo a incrível sensação de ter a mala extraviada no aeroporto de manaus porque existem pessoas que não conhecem suas malas, e por isso ficar da 13 da tarde até as 22:30 sem poder tomar banho naquela cidade super fresquinha foi marcante, seguido disso, posso falar ainda que num intervalo inferior a uma hora estando lá, nosso taxi sofre uma batida, sendo 3 carros envolvidos e o nosso sendo o do meio, definitivamente não é bacana apagar e voltar com uma grade de uma singela ranger na nuca fazendo o siena que você se encontrava virar um palio [para que não entende vide google images, palio = versão hatch do siena, se ainda não entendeu desencana.].

Confesso que rolou um desespero em lembrar que esse seria somente o primeiro dia de uma inteira saga que prometia muito mais. Chegamos no albergue, lugar que realmente existia e por sinal era um lugar bem agradável, o primeiro alívio da viagem, já que você nunca tem certeza do lugar ou de coisas feitas pela net, sentamos, respiramos, e sentimos o clima quente ³³ e úmido ³³ que era o normal dalí. A partír daí as coisas pareciam se acalmar, a mala chegou, a dor no pescoço passou, a primeira impressão da cidade acho que posso descartar, já que ficamos no centro dela e vamos combinar que centro de nenhuma cidade se salva como um atrativo para turistas indicarem o lugar, simplificando essa parte, um comentário basta: parecia o largo treze. Uma coisa foda era estar a duas quadras do teatro, lugar lindão e que na primeira noite fomos ver, na rua, uma imensa estrutura estava montada, era dia de ópera, festival por sinal, e uma palavra pra ele, foda, foi lindo, tudo organizado e funcionando, melhor ainda foi acompanhar no calor da praça bebendo uma cerveja gelada [guardei a tampinha da primeira skol beats de manaus, ta aqui do lado =]].

Quer uma coisa marcante de lá? todo mundo dirigi MTO mal, do tipo, notavelmente mal, do tipo que todos os carros são batidos e não é exagero.

Dias vão passando…albergue vai enxendo e N design começa a dominar, [Ah! tinha outdoor do N em manaus!], enfim chega o dia, a corrida para o credenciamento e a corrida pra achar um lugar bom [entenda como menos pior] no campo pra montar a barraca, praticamente um rally de malas de viagem, mta grama e terra [mal sabia eu que deveria estar feliz quando era seco], depois de muito pensar armamos tudo, uma vila de senac/unesp se formou, e assim foi por 7 longos, quentes e úmidos dias.

Falando do N em si foi um puta evento, não bateu Floripa, claro, mas foi muito bom também, organização mandou muito bem, a grade tava bem bacana, overdose de palestras de caras fodas, e muito do senac citado em entrelinhas. Parte de comida agente pula né? volta pras festas, não foram das piores, nem das mais fodas, mas…temos mussolini…e ponto. Acho que a sensação geral foi de um grande R, conheci muuita gente bacana, tive comanda errada e enxi a cara de chop pagando 3 reais, andei muito naquele campus enorme, vi macaquinhos, não tinha coca azul, encontrei o sonoda, tirei foto com ele, fiquei pasma de ver o mc donalds custando 15 reais, corri com toalhas e colchões da chuva manauara, me sujei de barro horrores, ri litros, fiquei boba, fiquei bêbada, senti saudade, senti borboletas, senti sono, dormi, acordei, ouvi, vi, gostei.

N design manaus 2008, foi foda.

e ano que vem tem Pernambuco, e a guerra pro 2010 ser em SP.

crise dos 21 dias.

pois é, crise dos 21 dias, uma mistura de tensão, ansiedade, nervoso, alegria, surrealismo.

daqui a 21 dias pego meu avião pra manaus e vou ser feliz em meio a pessoas estranhas como eu, que entendem as piadinhas que eu faço e eu entendo as dela, ouvir, falar, ver coisas novas, ter idéias, N design 2008 manaus. Passou muito rápido de Floripa pra cá, lembro de ter acabado de voltar e ter lido coisa do tipo “agora agente só vai se ver em manaus…” e eu, achando que isso era impossível, dei risada…o tempo passou, a saudade apertou, curiosidade também, e cá estou, nem acreditava que ia mesmo pro décimo oitavo encontro de estudantes de design, foi tudo tão rápido, a passagem, alojamento, inscrição, pousada, vacina, e agora vou me, ver tudo de novo em Manaus.

Mas como tudo tem seu porém, tenho automaticamente 21 dias para fechar o semestre, esse 5o semestre que parecia começar ontem e me dar faniquitos de pensar pelo que todos diziam ser o pior, me recuso a dizer que não foi o mais tenso pois ainda não terminei de entregar tudo e muito menos tenho minhas médias pra saber se vou ter minha primeira DP ou não.

Ah sim, quase esqueci do pequeno R, vila velha, que foi bem dos bons, pra um mini N conhecer muito mais pessoas uma coisa muito mais família, intensa talvez, e como sempre bem acompanhado de fatos bizarros do gueto de cv.

“puutaquepariiiu” talvez seja o que o povo se lembre dessa viagem daqui a um tempo, coisas totalmente sem nexo que viram marcos, vai saber né, povo estranho mesmo..agora tem que honrar sempre a fama, eu com certeza vou lembrar de coisas a mais, as vezes é bom ser tão observadora, guardar momentos, pessoas, falas, gestos, jeitos…mas uma hora mais pra frente volto aqui e garanto escrever um texto melancólico [o que nesses últimos tempo não é nada difícil pra mim] de fim de curso…afinal…ano que vem me formo.

Enfim, num intervalo dos eternos projetos que me tiram o sono vim atualizar aqui, mundo perdido e escondido de um ser, no caso, eu.

ufa.

sexta feira. enfim.

não vou sair, ninguém vem aqui, não planejo nada, a não ser dormir, semana foi corrida, típico do meio/fim de semestre, mas uma coisa diria que marcou, afinal, não é todo dia que valorizam você e resolvem aumentar a proposta por um trabalho que você aceitou fazer por uma mixaria, afinal, precisa de portfolio, e qualquer dinheiro é bem vindo [visto que por aí vem duas viagens], vai e volta, tira foto, edita, diagrama, pergunta, faz, refaz, volta, horas que parecem infinitas num dos dois ônibus fora o metro de volta, mas as vezes é bom começar humilde, necessário diga-se de passagem, ainda não está tudo terminado, mas pra um começo acho que não sendo trumatizando, já basta.

Nota mental postada: meu filho não vai mais nascer com cara de tapioca [cara, quem foi que inventou um dia que as suas vontades viram características do seu filho? WTF?]

Acho possível ter sido a mesma pessoa que achou bacana amarrar um padre em mil balões e manda-lo pelos ares não?

troféu imagem sensacional da semana. Sensacional do tipo, eu nem assisto lost,  e ri muito, se bem que nessa semana de fatos inéditos [vide por ex furacão 5,2] rir foi uma coisa bem comum.

dica: meu dedo não vai.

As vezes dá raiva o jeito como as coisas avançam e o jeito como a tecnologia cospe novas coisas a todo segundo…ainda mais pra pessoas viciadas em eletrônicos e que são universitárias falidas.

Pra qualquer um desses maníacos, grupo que sempre me inclui, mas num passado mais moderadamente, beirando um nível normal, celular é um dos pontos fortes de ser totalmente necessário se atualizar, já tentei comprar o mais comum…já tentei mandar um dane-se e ter um celular normal porque o importante é “falar”, mas não consigo, [aê loser!], tá, consegui um mérito nisso, fiquei com meu úlitmo aparelho por 2 anos e meio! puta relação longa e sensacional, [inédita também, dentre muitas categorias] , eis que troco num smartphone, afinal, o desejo de todos e principalmente dos appleinfected designer não me atingia, faltava alguma coisa, sim, o flip, não consigo ter celular sem flip, falta alguma coisa. Pooor isso, espero um bom tempo, estudo vários modelos [esses doidos precisam comparar cada detalhe, cada serviço, cada função] até que decidi, comprei, feliz da vida, quando chega um colega e manda um “E AI, já viu a nova proposta do iphone??? vai ter flip” e parece muito com um modelo da motorola…se eu não me engano A1200i”

quer outra dica? numa certa caixa de microondulado [sente o vocabulário atualizado com projeto embalar] que apareceu aqui em casa recentemente tava escrito “motorola A1200i”

tá…..ta rolando uma fúria.

saindo da toca.

sabadão frio e calmo diferente???

bom, considere todas as horas passadas dentro do meu quarto na frente do computador, e claro, conectada a internet, já que pra eu não estar online, ou eu tenho outra coisa melhor pra fazer ou o speedy caiu [nessa parte vc comenta com seu alterego "mas que porra, que que ela ta falando? speedy cai toda hora!" e eu respondo logo depois "aqui não beibe"] . Saí para almoçar e na volta minha mãe estava deitada na minha cama, eu como tenho amor a vida, peguei minhas coisas e vim pra sala [local de onde vos falo agora] considerando que tbm um amor pelo meu roteador.

Cara, como é diferente descer alguns degraus, por mais que sempre pareça a mesma coisa, não é….claro que nem todos os pontos são bacanas, por exemplo a cachorra da vizinha [não a pessoa, o animal mesmo] parece latir centenas de vezes mais alto e mais frenética, o tipo de coisa que me deixa com dor de cabeça e irritada, ou o colega do psy que chama seus coleguinhas para uma pseudo rave domiciliar, nem preciso comentar que isso me irrita também, e muito.

Acho que vou comemorar cada post que eu escrever por aqui, por exemplo esse, que demorou mto pra sair, sabe como é né, projeto acaba com sua _________________ [pausa para jantar]

[volta]

vida social e algumas cositas mas.

Mas pelo menos ta sendo bacana, entre 5 semestres de projetos dos mais variados, não só em temas como tbm em métodos e tal, esse parece ser o mais organizado, principalmente em cronograma e propostas, pelo menos pra mim, outros já não acham o mesmo, é claro que esse gostar é influenciado pelo fato de não ter recebido a devolutiva do primeiro, agora considere isso como um agravante na opinião, que pode mudar em função de um simples numerozinho, HA .

ok, já falei muito e quem começou a ler já deve ter caído no sono, prometo um dia tentar fazer um post tipo marimoon da vida [brincadeira, ou não.] agora sigo com a programação normal, e vou achar alguém pra enxer a cara.

beijomeliga.

NÃO !

NÃO DÁ!

¬¬ bem grande .

mas que saco de enxeção, é claro que tem problemas quando até o barulho do mouse e teclado atrapalham, afinal, ter 21 anos e morar com os pais não é o tipo de coisa que combina muito bem, nessas horas que fazer uma faculdade perto de casa é a pior coisa do mundo, ta na cara que eu preciso sair saqui, 21 anos ta na hora, mas sou uma inútil que não trabalha, e por tanto não vou sair, porque fazer meu pai pagar minhas despesas em outro lugar também é coisa que não rola na minha cabeça. E além de tudo ser filha única e mulher também não ajuda muito, alias, não ajuda por*** nenhuma, acho que pra essa encarnação eu já to me saindo bem danada.

Acho que vou ser bem do contra e montar república depois que terminar a faculdade, até porque, não acho estágio decente nenhum por essas bandas.

 

urgh.

Postando enquanto o mundo não cai e a luz não acaba.

Nem ligo que ta chovendo, não fui viajar e nem fiz planos dos mais bacanas, mas minutos atrás o que eu mais queria era ser uma fodona do mundo da música, e estar na pele dos juízes do nipe american idol, já parou pra pensar o quão divertido seria? o quanto de pessoas bizarras aparecem no meio daqueles números gigantes de inscritos pra seleção?? juro…um dia lá seria bem divertido…..porque eu parei pra pensar nisso? felizmente minutos atrás sobe uma janela no msn com link do youtube, eu que tava de saco cheio de ler sobre sustentabilidade e a agenda 21 brasileira [126 páginas de pura emoção] não pensei duas vezes e abri o link, afinal, 99% do que me mandam são coisas bizarras, medonhas, e que valem umas risadas.

segue o vídeo

11:09 pm.

Bizarramente, é o mesmo horário do post de ontem, e não porque eu tenha escolhido sentar a bunda aqui pra escrever nesse suposto horário místico, mas porque eu acabei de fazer leitura e trabalho de projeto, matéria temida [ainda mais no 5º semestre] e que estraga com fds, feriados, e qualquer tentativa de ser feliz. UOOOHO.

Ai rolou alívio desse trabalho, mas vieram as malditas e demoradas atualizações da apple, cara, como isso enxe o saco…só não enxeu mais do que a tentativa de achar ovos de páscoa bacanudos e inteiros, sim, porque quando você pensa em comprar um alpino de 700 gr pro pai e vai nos únicos dois penduradinhos e ve que ambos estão quebrados rola uma fúria…tipo… “porque raios o povo não consegue se controlar e TEM que ficar apertando aquelas maravilhas de chocolate???” cara, é TOTALMENTE broxante ganhar ou comprar um ovo quebrado, o melhor ainda é quando não tem mais dele no lugar que você foi……rola uma fúria…aaa rola…

E aproveitando o post da noite, vai uma imagem de um ponto meu que hoje eu tava reparando, muito forte até, que é a mania de ficar solando no ar músicas que eu não faço idéia de como sejam tocadas, mas que não conseguem manter meus dedos longe de achar que estão segurando uma ibanez ou coisa do tipo, acho que preciso de pelo menos um guitarhero.

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